O Carteiro, é uma das poucas figuras, que apesar de todo o avanço tecnológico relativo á comunicação, persiste em continuar. Talvez porque não tenha sido ainda inventado um substituto.
Hoje, com menos afazeres, deu-me para observar esta figura. Trabalho num centro empresarial, e as voltas do Carteiro são facilmente observaveis.
Lá andava ele, depois de chegar na sua carrinha, outrora seria a pé ou de bicicleta, de porta em porta.
Leva boas ou más noticias, leva esperança ou desânimo, nos pequenos ou por vezes grandes envelopes ou encomendas que entrega.
Este, será um Carteiro que transporta correio do meio empresarial. Mas, não será muito diferente daqueles que visitam as nossa caixas de correio, ou por vezes a nossa casa.
Ao longo do tempo, lá vai conhecendo as pessoas, e, porque é um de nós, acaba por saber e apreceber-se de parte do quotidiano de cada um; das suas alegrias, das suas tristezas, de algo particular em cada um a quem entrega o seu correio.
Chegou o carteiro!! dirão aqueles, que ansiosamente aguardam a chegada de algo de bom. È o Carteiro? perguntam os que prefeririam que ele não aparecesse, por saberem que ele vem com algo provavelmente pouco agradável.
Mas é sempre o Carteiro.
Às vezes toca duas vezes…. outras vezes, vez nenhuma.