PROVISÓRIO

Divagações e delirios

Archive for Dezembro, 2006

Maravilha!!!

Posted by provisorio em Dezembro 17, 2006

De facto é uma alegria.
Então o homem larga a tenda porque arranjou uma estrangeirinha com o patrão, e fica a receber uma pipa de massa por dois anos, assim, sem saber ler nem escrever?
De facto é o País (?) que temos.
Como dizia a minha avó, “Para quem não tem vergonha, todo o Mundo é seu”

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Grãos de areia 8

Posted by provisorio em Dezembro 17, 2006

O amigo que é capaz de ficar connosco em silêncio
num momento de desespero ou confusão, que é capaz de estar connosco
nun momento de dor e aflição, que é capaz de tolerar o facto de não
conhecer, de não curar, de não sanar e nos aceitar com a realidade da
nossa impotência, esse é um amigo de verdade.

Henri Nouwen in Out of Solitude

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Sting

Posted by provisorio em Dezembro 17, 2006

Já passou?

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Diário de Natal

Posted by provisorio em Dezembro 17, 2006

10 Dez 1963

Começa á quadra do Natal.
Levanto-me cedo para ir para a escola. No caminho começam a ver-se alguns ornamentos de Natal, marcando a festa que se aproxima.
Chego à escola, e começamos os preparativos para a festa Natalicia. Os enfeites, as canções, histórias, tudo visando aquilo o que o Natal realmente significa: o nascimento de Jesus menino. À medida que os dias vão passando, cresce a ansiedade da pequenada, pensando e sonhando com o que eventualmente o Pai Natal irá trazer: aquele carrinho que se viu algures, um comboio, uns jogos didaticos, os sempre legos, e quem sabe uma espingarda de rolha, ou uma pistola de fulminantes.
Aproxima-se o Natal.
As ruas da cidade lá se vão vestindo apropriadamente de forma simples, bonita e alegre. Alguns sinaleiros trajam à Pai Natal, sente-se uma atmosfera diferente, diria mais acolhedora. Será talvez tempo de reflexão.
Véspera de Natal. Noite Santa dizem alguns. Avós, tios e primos vêm cá a casa. È festa. Confraternização familiar, talvez a unica noite em que é permitido à pequenada deitar-se mais tarde. Não muito, pois o Pai Natal virá durante a noite, colocar os presentes no sapatinho ao pé do pinheirinho de Natal.
Lá fora, a cidade ficou deserta, apenas movimentada pelas luzes e enfeites simples que a ornamentam.
È Natal, dizem todos, e dizem-no com convicção e alegria. È Natal, canta-se.

5 Novembro 2005

Abre o comércio de Natal.
Levanto-me cedo, para ir trabalhar. No caminho, lembram-me no rádio que apenas faltam 50 dias para o Natal. Desejam-me optimas festas e aconselham-me: Compre isto, ofereça aquilo, compre agora e pague no próximo ano. Pelas ruas começam a aparecer, não ornamentos, mas cartazes e placards alusivos ao Natal, aconselhando sempre, que se compre algo. Sempre de primeira necessidade e da melhor qualidade.
Chego ao escritório e ouço, que fulano tem que comprar uma play station para o filho, cicrano um home cinema, para as noites frias que se aproximam, um telemóvel xpto da 5ª geração, um plasma um isto um aquilo. A quem vou oferecer o que? ouve-se. Enfim, conversas complicadas de quem parece estar em apuros por não saber o que fazer a tanta coisa que há para comprar.
Os dias vão passando e as ruas da cidade enchem-se de mais e mais publicidade, as estações radiofónicas bombardeiam com trechos interminaveis de ofertas publicitárias de tudo e de nada. Interessa sim, o mais possivel que se compre. Não interessa para quê, mas que se compre. Começa a sentir-se uma atmosfera diferente. As ruas, os centros comerciais, enchem-se de gente apressada, que tem que chegar não se sabe onde, em primeiro lugar, não vá o que não se sabe o que comprar esgotar-se, de gente que se atropela, de gente que utiliza horas para encher o carrinho de compras, o automóvel, daquilo que precisa, do que não precisa e do que qualidade não tem, mas “é barato!” e “deu na T.V.”. Mas é Natal, e é obrigatório que assim seja.
E eis que chega a véspera de Natal, a noite de ver o se recebe e o que se deu. As familias lá se juntam. Convivem é verdade. Mas é a tradição. Os Avós, os Tios já não vêm. Estão velhotes. Ficam melhor lá no lar. Já la têm o seu hambiente e as suas amizades. Provavelmente não se sentiriam muito bem, aqui na confusão.
E lá se passa a noite, há dois meses esperada. Há agora que pensar no que comprar para festejar o final do Ano.
È Natal. È sim. Mais um que está passado.

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Forever young?

Posted by provisorio em Dezembro 12, 2006

Seria optimo ou estará bem como está?

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Grãos de areia 7

Posted by provisorio em Dezembro 12, 2006

Quando se caminha a olhar para trás
em vez de memorizar o trajecto já percorrido,
ou se dá com a cabeça num poste,
ou se acaba com o nariz no chão

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Nigths

Posted by provisorio em Dezembro 12, 2006

Porque hoje me apeteceu ouvir isto

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Grãos de areia 6

Posted by provisorio em Dezembro 9, 2006

Quem passa vida a olhar para o próprio umbigo,
por certo vai morrer corcunda

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Amigos de Peniche

Posted by provisorio em Dezembro 7, 2006

Amigo de Peniche, é uma expressão idiomática que se refere a um falso amigo.Trata-se de uma pessoa que apenas está interessada em receber e ganhar alguma coisa à nossa custa e nada nos dá em troca.
Reza a lenda que a expressão provem da altura das invasões napoleónicas, pois durante o cerco da cidade de Lisboa, as gentes de Peniche prometeram tentar chegar ao Porto por mar de forma a fazer desembarcar víveres, mas nunca apareceram, na verdade, parece que nem tentaram e as pessoas do Porto cada dia desesperavam mais pelos “amigos de Peniche”.

A lenda descrita no parágrafo anterior, não tem qualquer fundamento histórico, e tal não corresponde à versão mais conhecida (e mais credível) que é a seguinte:

Sendo certo que a expressão tem origem nas invasões napoleónicas, no entanto a versão generalizada (e existem factos históricos que comprovam esta tese), refere-se ao facto de, sendo Portugal e a Inglaterra aliados desde há séculos, e sendo a Inglaterra a principal interessada em ter acesso aos principais portos marítimos internacionais (que a França lhe queria bloquear), era de todo o interesse, que o porto de Lisboa, se mantivesse acessivel ao comércio marítimo inglês.

Assim, os ingleses desembarcaram em Peniche, dizendo que vinham prestar ajuda a Portugal, mas o que ficou na história foi que mal desembarcaram em terra, iniciaram imediatamente pilhagens e todo o género de barbaridades.

De Peniche, avançaram até Lisboa, pela rota que ficou na história como Linhas de Torres (Torres Vedras).

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Grãos de areia 5

Posted by provisorio em Dezembro 7, 2006

Amigos…são todos eles,
como aves de arribação.
Se faz bom tempo, eles vêm,
se faz mau tempo eles vão.

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