PROVISÓRIO

Divagações e delirios

Archive for the ‘Ludicos’ Category

Localização de telemóveis

Posted by provisorio em Novembro 29, 2006

Pessoal… acabou-se a privacidade!!!!
Nesse site, coloca-se qualquer numero de telemóvel e ele mostra um mapa
com a localização exata de onde está o aparelho.
É uma parceria de algumas operadoras com o Google Earth.
Não se esqueçam de incluir o indicativo 351 antes do vosso número.
Agora experimentem aqui

Fiquem Bem

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A Gaja

Posted by provisorio em Novembro 27, 2006

A ideia deste tipo de história de continuação não é minha. Teve-a a autora do Amorizade ai há um ano e meio, com uma história de um gato. De facto a Jacky tinha razão: A história iria ser quebrada porque as pessoas perdem o interesse ao fim de algum tempo, e não a continuam. Lembrei-me de repetir a ideia, esperando que lhe dêem alguma continuidade conforme a vossa imaginação e disposição. Vou escrever um trecho e quem quizer acrescente outro. Depois interliga-los-ei. Espero que não te importes de copiar a tua ideia Jacky.

Ai vai:

Camavam-lhe “a gaja”. Em surdina claro, porque não tinham a coragem e frontalidade de lho chamar na cara. Chamavam-lhe ” a gaja”, quando ela passava pelos corredores do Centro Comercial onde trabalhava como balconista de uma loja de pronto a vestir. “Lá vai a gaja” diziam, e ela sabia. Não percebia porquê. Foi para lá trabalhar havia pouco tempo e ainda pouca gente a conhecia. Certo é, que era um tanto tímida, mas achava que esse não seria o motivo.
Clara, era o seu nome, era uma mulher bonita, vistosa e simples, como era simples o seu trajar, embora de acordo com a moda actual. Porquê ” a gaja”? Não que isso lhe tirasse o sono, mas no fundo incomodava-a. Certo dia, e ainda hoje quando pensava no assunto, não saberia se tinha encontrado coragem ou se a coragem a tinha encontrado a ela, Clara decidiu que os sussuros que ouvia teriam de terminar. Questionava-se porque pré-julgam e rotulam as pessoas, sem ao menos tentarem as conhecer.

Tinha jeito para a escrita. Compunha pequenos poemas com palavras que se soltavam do seu pensamentos para o papel. Escreveu em pequenos pedaços de papel reciclado poemas. Poemas sobre si, sobre a vida, sobre o quando é importante sorrir.

No dia seguinte, chegou cedo e por baixo das portas ainda fechadas de cada loja deixou envelopes azuis. Dentro de cada envelope, além de um poema, escrevera um conjunto de instruções. O texto era simples e idêntico em todos os sobrescritos:

” Parabéns. Este é o primeiro de três envelopes que podem passar pelas suas mãos. Antes que se decida a
atirá-lo para o balde do lixo, deixe-me dizer-lhe que fazer isso servirá apenas para dificultar a sua tarefa. E qual é essa tarefa?
Muito simples: vai ter de descobrir quem sou eu.

Onde estou, como faço chegar estas linhas até si ou se sou homem ou mulher são
dúvidas que só vai descobrir quando nos encontrarmos frente a frente.

E antes que faça a pergunta… adianto-lhe a resposta: porque não?

Existem apenas duas regras que serão válidas até ao fim deste (chamemos-lhe) jogo:

Primeira: Este envelope é apenas para os seus olhos. Caso fale dele a mais alguém o jogo acaba para si.

Segunda: Nada é impossível.

Boa sorte com o poema.

G.”

Sabia que a partir daquele dia nada seria como dantes. Apesar disso, deixou que o relógio avançasse até à hora do centro comercial abrir para, comonum outro qualquer dia, abrir também a porta da loja onde trabalhava.
No fundo , Clara tinha ficado muito curiosa com a reação que as pessoas teriam ao receber os seus envelopes azuis. O que ela não imaginava era que esses envelopes azuis, iriam mudar completamente a sua vida.

Ricardo era um belo rapaz recém formado em Administração de Empresa, nasceu e cresceu em São Paulo – Brasil, os seus parentes eram na maioria portugueses , como não estava encontrando uma oportunidade de emprego no Brasil, decidiu aceitar a proposta de seu tio Nelson ( um rico comerciante) para administrar uma Loja de Sapatos no Centro Comercial . Como a proposta era boa e seu espírito era aventureiro, resolveu aceitar e tentar uma vida melhor em Terras Lusitanas ( Como tantos outros brasileiros) . Seria um grande desafio, seria um novo começo de vida.
Como o destino sempre apronta surpresas, justamente naquele dia Ricardo ficou com a tarefa de abrir a Loja de Sapatos. Quando abriu a loja , seus olhos se direcionaram justamente para o envelope azul jogado no chão. Sem pensar, intuitivamente abriu apressadamente o envelope azul, leu atentamente cada palavra e inexplicavelmente ficou totalmente fascinado pela singeleza do poema, pelo desafio do jogo proposto e principalmente pelo perfume de lavanda que emanava do envelope azul , algo nele dizia que algo muito bonito aconteceria na sua vida.
Mas Ricardo, apesar da alegria de ter recebido tal promessa de um encontro, ficou intrigado e admirado, quem poderia conhecer ou querer conhecê-lo e porquê ele, o destinatário do envelope azul. Logo ele, um recém chegado aquelas galerias comerciais deste Portugal desconhecido.

A duvida dissipou-se quando mais uma vez releu aquele poema enperfumado em Lavanda, inspirador e muito misterioso. Aquelas palavras todas conjugadas faziam-lhe lembrar aqueles mapas das histórias dos piratas das Caraibas onde o X assinala o local do Tesouro. Seria ele, o afortunado que bastava seguir as pistas da felicidade ou era apenas um acaso …!?

De uma coisa tinha a certeza absoluta, aquelas palavras eram femininas e aquele jogo azul levavam-o ao encontro de uma mulher encantadora e cheia de charme. Depois de uma leitura mais pormenorizada, saltou-lhe á vista, duas palavras chave no seu poema, nove badaladas e porta de chegada. O que poderia significar …!?

Acrescentaram: pensamentossoltos, opicadordegelo ,Encanto, Um sonho chamado Matilde

Continuem por favor

Fiquem bem

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Rir

Posted by provisorio em Novembro 22, 2006

Um velho árabe muçulmano iraquiano, a viver há mais de 40 anos nos EUA, quer
semear batatas no seu jardim, mas cavar a terra já é um trabalho demasiado
pesado para ele.
O seu filho único, Ahmed, está a estudar em França, e o velhote envia-lhe a
seguinte mensagem:

“Querido Ahmed, sinto-me mal porque este ano não vou poder semear batatas no
jardim. Já estou demasiado velho para cavar a terra. Se tu estivesses aqui,
todos estes problemas desapareceriam. Sei que tu remexerias e prepararias toda a
terra. Beijos do papá.”
Poucos dias depois, recebe a seguinte mensagem:
“Querido pai, por favor, não toques na terra desse jardim. Escondi aí umas
coisas.
Beijos,
Ahmed.”

Na madrugada seguinte, aparecem no local a Polícia, agentes do FBI e da CIA, os
S.W.A.T., os Rangers, os Marines, os Steven Seagal’s, os Silvester Stallone’s e
alguns mais da elite norte-americana, bem como representantes do Pentágono, da
Secretaria de Estado, etc. Removem toda a terra do jardim à procura de bombas,
ou material para as construir.
Porém, não encontram nada e vão-se embora, não sem antes interrogarem o velhote,
que não fazia a mínima ideia do que eles
procuravam.

Nesse mesmo dia, o velhote recebe outra mensagem:
“Querido pai, certamente a terra já está pronta para semear as batatas.
Foi o melhor que pude fazer dadas as circunstâncias.
Beijos,
Ahmed

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Trabalha mesmo?

Posted by provisorio em Novembro 18, 2006

-Rapaz, que pressa é essa?
-Vou ao trabalho, já estou atrasado.
-Trabalho? Não me diga que existe isso.
-Claro que existe. E você trabalha?
-Nem eu nem você.
-Calma lá, eu trabalho.
-Então vamos ver. Quantas horas você trabalha por dia?
-8 horas.
-E quantas horas tem o dia?
-24 horas.
-Muito bem, o ano tem 365 dias de 24 horas; se você trabalha 8 horas por dia, logicamente trabalha 1/3 do dia; 1/3 de 365 é 121. Você trabalha 121 dias por ano.
-Isso mesmo.
-E quantos domingos há no ano?
-52.
-121 menos 52 são 69. Você trabalha 69 dias por ano.
-É isso mesmo.
Quantos dias de férias você tem?
-30 dias.
-69 menos 30 é 39. Portanto, você trabalha 39 dias por ano. Contando Natal, Ano Novo, Sexta-Feira Santa, Aniversário da Cidade e outros badulaques, mais ou nomes 12 dias de festas nos quais não se trabalha; então 39 menos 12 são 27. Nisso, você só trabalha 27 dias. Sábado você só trabalha meio dia. Durante um ano, são 26 dias não é?
-Exacto.
-27 menos 26 é 1. Você só trabalha um dia por ano.
-Que diabo, mas de qualquer maneira trabalho 1 dia por ano.
-Aí é que está o seu engano. Esse dia que sobra é dia do trabalhador – 1 de Maio, ninguém trabalha.

Algo aqui está errado, o que é?

Se descobrirem digam!!

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Maravilhas do Cerebro

Posted by provisorio em Novembro 17, 2006

O seu cérebro é capaz de decodificar a mensagem, com algum esforço no
início mas depois tornando-se progressivamente mais fácil.
É espectacular o que o cérebro faz.
  
         M473M471C0 (53N54C1ON4L):
         4S V3235 3U 4C0RD0 M310 M473M471C0.
         D31X0 70D4 4 4857R4Ç40 N47UR4L D3 L4D0
         3 P0NH0-M3 4 P3N54R 3M NUM3R05.
         C0M0 53 F0553 UM4 P35504 5UP3R R4C10N4L.
         540 5373 D1570, N0V3 D4QU1L0...
         QU1N23 PR45 0NZ3...
         7R323N705 6R4M45 D3 PR35UNT0...
         M45 L060 C410 N4 R34L
         3 C0M3Ç0 4 F423R V3R505 D3 4M0R
        C0M R1M4 0U 4T3 53M R1M4 N3NHUM4
Fiquem bem

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Comparando

Posted by provisorio em Novembro 8, 2006

Faz-me lembrar a série de banda desenhada que tinha como genérico:

“C’est moi Laurel, c’est toi Hardi

c’est toi le gros et moi le petit…….”

Fiquem Bem

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História de Portugal (Ultra Condensada)

Posted by provisorio em Novembro 4, 2006

Um amigo mandou-me este escrito. No minimo engraçado

Obrigado Zé Manel

……………..

 Tudo começou com um tal Henriques que não se dava bem com a mãe e acabou por se
vingar na pandilha de mauritanos que vivia do outro lado do Tejo. Para piorar
ainda mais as coisas, decidiu casar com uma espanhola qualquer e não teve muito
tempo para lhe desfrutar do salero porque a tipa apanhou uma camada de peste
negra e morreu.

Pouco tempo depois, o fulano, que por acaso era rei, bateu também as botas e foi
desta para melhor. Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada,
apareceu um tal João que, ajudado por um amigo de longa data que era afoito para
a porrada, conseguiu pôr os espanhóis a enformar pão e ainda arranjou uns trocos
para comprar uns barcos ao filho que era dado aos desportos náuticos. De tal
maneira que decidiu pôr os barcos a render e inaugurou o primeiro cruzeiro
marítimo entre Lisboa e o Japão com escalas no Funchal, Salvador, Luanda,
Maputo, Ormuz, Calecute, Malaca, Timor e Macau.

Quando a coisa deu para o torto, ficou nas lonas só com um pacote de pimenta
para recordação e resolveu ir afogar as mágoas, provocando a malta de
Alcácer-Quibir para uma cena de estalo. Felizmente, tinha um primo, o Filipe,
que não se importou de tomar conta do estaminé até chegar outro João que
enriqueceu com o pilim que uma tia lhe mandava do Brasil e acabou por gastar
tudo em conventos e aquedutos. Com conventos a mais e dinheiro menos, as coisas
lá se iam aguentando até começar tudo a abanar numa manhã de Novembro. Muita
coisa se partiu. Mas sem gravidade porque, passado pouco tempo, já estava tudo
arranjado outra vez, graças a um mânfio chamado Sebastião que tinha jeito para o
bricolage e não era mau tipo apesar das perucas um bocado amaricadas.

Foi por essa altura que o Napoleão bateu à porta a perguntar se o Pedro podia
vir brincar e o irmão mais novo, o Miguel, teve uma crise de ciúmes e tratou de
armar confusão que só acabou quando levou um valente puxão de orelhas do mano
que já ia a caminho do Brasil para tratar de uns negócios. A malta começou a
votar mas as coisas não melhoraram grande coisa e foi por isso que um Carlos
anafado levou um tiro nos coiratos quando passeava de carroça pelo Terreiro do
Paço. O pessoal assustou-se com o barulho e escondeu-se num buraco na Flandres
onde continuaram a ouvir tiros mas apontados a eles e disparados por alemães. Ao
intervalo, já perdiam por muitos mas o desafio não chegou ao fim porque uma tipa
vestida de branco apareceu a flutuar por cima de uma azinheira e três pastores
deram primeiro em doidos, depois em mortos e mais tarde em beatos. Se não fosse
por um velhote das Beiras, a confusão tinha continuado mas, felizmente, não
continuou e Angola continuava a ser nossa mesmo que andassem para aí a espalhar
boatos. Comunistas dum camandro! Tanto insistiram que o velhote se mandou do
cadeirão abaixo e houve rebaldaria tamanha que foi preciso pôr um chaimite e um
molho de cravos em cima do assunto. Depois parece que houve um Mário qualquer
que assinou um papel que nos pôs na Europa e ainda teve tempo para transformar
uma lixeira numa exposição mundial e mamar duas secas da Grécia na final.

E o Cavaco?

O Cavaco foi com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo.

FIM

………….

Fiquem bem

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