PROVISÓRIO

Divagações e delirios

Archive for the ‘Divagações’ Category

Grãos de areia 8

Posted by provisorio em Dezembro 17, 2006

O amigo que é capaz de ficar connosco em silêncio
num momento de desespero ou confusão, que é capaz de estar connosco
nun momento de dor e aflição, que é capaz de tolerar o facto de não
conhecer, de não curar, de não sanar e nos aceitar com a realidade da
nossa impotência, esse é um amigo de verdade.

Henri Nouwen in Out of Solitude

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Grãos de areia 7

Posted by provisorio em Dezembro 12, 2006

Quando se caminha a olhar para trás
em vez de memorizar o trajecto já percorrido,
ou se dá com a cabeça num poste,
ou se acaba com o nariz no chão

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Grãos de areia 6

Posted by provisorio em Dezembro 9, 2006

Quem passa vida a olhar para o próprio umbigo,
por certo vai morrer corcunda

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Grãos de areia 5

Posted by provisorio em Dezembro 7, 2006

Amigos…são todos eles,
como aves de arribação.
Se faz bom tempo, eles vêm,
se faz mau tempo eles vão.

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O Carteiro

Posted by provisorio em Dezembro 6, 2006

O Carteiro, é uma das poucas figuras, que apesar de todo o avanço tecnológico relativo á comunicação, persiste em continuar. Talvez porque não tenha sido ainda inventado um substituto.
Hoje, com menos afazeres, deu-me para observar esta figura. Trabalho num centro empresarial, e as voltas do Carteiro são facilmente observaveis.
Lá andava ele, depois de chegar na sua carrinha, outrora seria a pé ou de bicicleta, de porta em porta.
Leva boas ou más noticias, leva esperança ou desânimo,  nos pequenos ou por vezes grandes envelopes ou encomendas que entrega.
Este, será um Carteiro que transporta correio do meio empresarial. Mas, não será muito diferente daqueles que visitam as nossa caixas de correio, ou por vezes a nossa casa.
Ao longo do tempo, lá vai conhecendo as pessoas, e, porque é um de nós, acaba por saber e apreceber-se de parte do quotidiano de cada um; das suas alegrias, das suas tristezas, de algo particular em cada um a quem entrega o seu correio.
Chegou o carteiro!! dirão aqueles, que ansiosamente aguardam a chegada de algo de bom. È o Carteiro? perguntam os que prefeririam que ele não aparecesse, por saberem que ele vem com algo provavelmente pouco agradável.
Mas é sempre o Carteiro.
Às vezes toca duas vezes…. outras vezes, vez nenhuma.

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Grãos de areia 4

Posted by provisorio em Dezembro 2, 2006

Nume relação, seja ela qual fôr, a corespondência deverá
ser biunivoca, ou correr-se-á o risco de se ser mal sucedida.

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Grãos de areia 3

Posted by provisorio em Novembro 19, 2006

A persistência é a raiz do êxito

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O comentador

Posted by provisorio em Novembro 15, 2006

Que mania!!
Tornou-se moda ou vulgarizou-se a mania dos comentários.
Há comentadores para tudo. Por dá cá aquela palha, por qualquer história de lena caprina
lá vem um tropa, um engenheiro, um sabe-se lá o quê, todos eles iluminados e versados na matéria
como ninguem , botar o seu expiche.
E falam como se fossem os donos da suprema sabedoria.
Dir-me-ão que é assim mesmo, que a opinião de quem é versado na matéria é necessária.
Mas, e o comum dos mortais não saberá tirar as sua próprias conclusões? Haverá necessidade de
alguém a dizer-lhe o que será ou não certo, com direito a vaticinio?
Certo é que se não quiser ouvir, tera apenas o trabalho de se desligar.
Mas irrita!
Se olharmos por outro prisma, sempre dá tema de conversa na barbearia, ou outro qualquer publico
e sui generis lugar.

 

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Grãos de areia 1

Posted by provisorio em Novembro 11, 2006

Não há batalha mais amargamente perdida

Do que aquela em que nunca se entrou

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Onde Estás?

Posted by provisorio em Novembro 9, 2006

Ondes estás? Tás onde?

Esta, parece-me a pergunta que mais se faz hoje em dia. Não há alma, miuda ou graúda que a não faça, e várias vezes ao dia. Em qualquer lugar, a qualquer hora, atende-se o telémóvel, e a primeira coisa que se diz, depois do eventual olá, é: Onde estás?

Efeitos dos tempos modernos, dirão uns; Pergunta obvia e natural para uma situação deste tipo, dirão outros. Ou será que as pessoas, porque ocupadas consigo mesmas se não encontram elas próprias e tendem a tentar encontrar quem com elas comunica? Parece-me existir uma fobia em saber onde está o outro; seja o conjuge, o irmão, o amigo, ou mesmo o conhecido. Como se o saber onde está, fosse algo de tão importante e pertinente que modifique o eventual rumo da conversa. A   pergunta “Onde estás” na sua maioria das vezes não tem como fim um objectivo prático. Pergunta-se, ouve-se a resposta e passa-se ao assunto motivo do contacto. Porque não se pergunta simplesmente “Como estás?”. Seria porventura mais interessante e cuidado.

Fiquem bem

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